Juliana Notari

Em 2020 completou 20 anos dedicados à pesquisa, criação e pedagogia nas artes das marionetes.

Desde 2000, se dedica a investigação da marioneta contemporânea e a etnografia da matéria e do movimento. Reside durante sete anos na França, onde começa o mestrado de Artes do Espetáculo na Universidade de Strasbourg, deixando-o em 2010 para realizar Vieilles Boîtes (Velhas Caixas), pesquisa artística sobre a velhice, internando-se seis meses em uma residência de idosos de Rhones Alpes e produzindo cinco peças. Como artista, marionetista, diretora, dramaturga e pedagoga cênica criou mais de 30 obras, dezenas de festivais, blocos e cabarets  e centenas de oficinas, realizando turnês por Brasil, México, Bolivia, Argentina, Colômbia, España, Letônia, Francia, Portugal, República Tcheca, Itália, Suíça, Coreia do Sul, entre outros. De 2013 a 2019 foi gestora do Condomínio Cultural em São Paulo, onde dirigiu um atelier dedicado ao movimento da matéria e da Marionete Livre. É fundadora da Sociedade Insólita para Marionete Contemporânea ao lado dxs companheirxs Cleber Laguna e Marcia Fernandes da Cia Mevitevendo.

Em 2020, com a crise causada pela pandemia do Covid 19, realiza a mini-série audiovisual experimental SELVA, ao lado da artista e jornalista Laura Corcuera e do editor Yuri de Francco.

Em 2021-2022 realiza o projeto “20 anos de Marionete Livre – Comemoração e Manifesto” contemplado pelo Programa  Rumos Itaú Cultural.

A Marionete Livre é um movimento nômade que Juliana Notari defende e difunde nestes 20 anos de caminhada por meio de suas obras marionetescas e seus processos pedagógicos de trocas de saberes e experiências pelo mundo